quarta-feira, 12 de abril de 2023

A Academia de Letras do Brasil

 

A ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL

(Raimundo Sandro Cidrão)

 

 A ACADEMIA DE LETRAS

DO BRASIL, E SECCIONAIS

TEM NO CARIRI OESTE

PROJETOS SENSACIONAIS

DE PROMOÇÃO DA CULTURA

EM MEIO À LITERATURA

EXPANDINDO SEMPRE MAIS.

 

TRAZIDA POR UM POETA

DE VISÃO E MUITA AÇÃO

CHAMADO ADRIANO SOUSA

 QUE FEZ A REVOLUÇÃO

DE UNIR OS MUNICÍPIOS

EM TORNO DE ALGUNS PRINCÍPIOS

NUMA GRANDE COMUNHÃO.

 

PRESIDENTE E FUNDADOR

COMEÇOU A VISITAR

OS FUTUROS ACADÊMICOS

QUE IRIAM HOMENAGEAR

COLOCANDO EM GRANDES TRONOS

OS NOMES DOS SEUS PATRONOS

PARA OS IMORTALIZAR.

 

E ENTÃO ACONTECEU

NOSSA POSSE COLETIVA

EU E ALGUNS OUTROS PARES

NESTA INICIATIVA

EM DOIS MIL E DEZESSETE

ANO MARCANTE, REMETE

DATA COMEMORATIVA.

 

TEMOS REPRESENTAÇÃO

NESTA EGRÉGIA SODALÍCIA

DOS VIZINHOS MUNICÍPIOS

DE UM CARIRI SEM MALÍCIA

ARARIPE SEDIANDO;

SANTANA PARTICIPANDO,

NOVA OLINDA E POTENGI.

 

TAMBÉM AÍ SE INTEGRARAM

ASSARÉ E ALTANEIRA

SALITRE E CAMPOS SALES

VIERAM DESTA MANEIRA

TARRAFAS TAMBÉM, CONSORTE

E ANTONINA DO NORTE;

NINGUÉM PARA BRINCADEIRA.

 

 

EM NÍVEL ESTADUAL

PATRONO, LUIS ALDIR

LIDERA A A.L.B.

MESMO NÃO SENDO DAQUI

E ELIZABETH ANTÃO

PATRONA DO CORAÇÃO

AMOU ANTES DE PARTIR.

 

OS CONFRADES E CONFREIRAS

OS NOBRES PARTICIPANTES,

ATIVISTAS CULTURAIS

E MAIS OUTROS INTEGRANTES:

LUCÉLIA E A LUCIANA

UMA DUPLA BEM BACANA,

E ANDREIA COMO ASPIRANTE.

 

CORRINHA E O REGINALDO,

ALDEMIR, CABRA DA PESTE;

NICOLAU E EVANTUIL,

JESUS LEITE, INCONTESTE.

TEM O PEDRO CAVALCANTE

DO CORDEL, GRANDE AMANTE

E ERIVAN, O NOSSO MESTRE.

 

 

 

A PRESIDENTE ATUAL

LÚCIA NUNES, PROFESSORA;

JORNALISTA ANTONIO HÉLIO,

LÚCIA CASTRO, DEFENSORA

DA ICONOGRÁFICA MEMÓRIA,

E QUEM TAMBÉM FAZ HISTÓRIA

É ELIZIANE, EDUCADORA.

 

INDRA DIAS COM A VOZ,

TEREZA E LINIK DE DEUS,

MARIA ELÓI, FRANCISQUINHA

E OUTROS AMIGOS MEUS;

NOSSO FILÓSOFO VANDIR

E OUTROS MAIS VÃO OUVIR

IONETE E OS VERSOS SEUS.

 

MESTRE ANTONIO RAFAEL,

POETA JOSÉ ROBERTO,

JOSÉ SAYMON, GRANDE MÚSICO;

SALATIEL E IRISBERTO;

CRISPIM MELO COM A LÁBIA

COM CONVERSAS DAS ARÁBIAS

CONQUISTA QUEM ESTÁ POR PERTO.

 

 

 

TEMOS ADRIANA COSTA,

SOCORRO, FÁTIMA AMORIM,

RAIMUNDA MÁXIMO, EDIVÂNIA,

INCANSÁVEIS, BEM ASSIM;

POETA PENHA VIEIRA,

ORADORA DE PRIMEIRA;

E TEMOS GERMÁ MARTINS.

 

VINDO DA S.P.A.

RAFAEL DE OLIVEIRA

COM CANAL NO YOUTUBE

FAZ SEUS VERSOS DE PRIMEIRA.

PIMENTEL E MARIANO

OUVINDO E PARTICIPANDO

NUMA AÇÃO ROTINEIRA.

 

POR FIM, ESTE QUE VOS FALA

RAIMUNDO SANDRO CIDRÃO

TEM A CULTURA NAS VEIAS

POESIAS NO CORAÇÃO.

TAMBÉM HISTORIADOR

ESCREVE COM MUITO AMOR,

COM ARTE E COM EMOÇÃO.

                                             SANTANA DO CARIRI-CE, EM 01 DE ABRIL DE 2023.

 

 

segunda-feira, 13 de março de 2023

49º COLÓQUIO DE SABEDORIA DO I.C.C.: "BENIGNA CARDOSO, UMA BEATA SERTANEJA"

 

                Numa iniciativa do Instituto Cultural do Cariri- ICC, o professor santanense Raimundo Sandro Cidrão, escritor e historiador, membro da Academia de Letras do Brasil Seccional Regional Araripe, foi convidado para participar do 49º Colóquio de Sabedoria, que tratou do tema: “Benigna Cardoso, uma Beata no Sertão”; no qual falou sobre a história da Bem-aventurada Benigna Cardoso da Silva.

                Também participaram do Encontro, o Padre Wesley Barbosa, vigário da Sé Catedral em Crato, e o historiador membro do ICC, Armando Rafael, que falaram respectivamente sobre o processo do ponto de vista teológico e a beatificação em si, da Mártir Benigna.

                O Colóquio aconteceu de forma virtual pelo “Meet.google”, a partir das 19 horas dodia 01 de março de 2023, quarta-feira, mediado pelo Padre Rocildo Alves, que fez considerações importantes sobre a fala de cada um dos convidados.

 


terça-feira, 18 de janeiro de 2022

HOMENAGEM EM SÃO PAULO, PELO INSTITUTO BEVENUTTO - Cordel


 


HOMENAGEM EM SÃO PAULO, PELO INSTITUTO BEVENUTTO.

(Cordel de: Raimundo Sandro Cidrão)

1

Plantando boas sementes

Nos campos da Educação,

Germinaram lindas árvores

No íntimo do coração

Daqueles que ensinei

E o meu tempo dediquei

Em cada sala de aula;

Com toda determinação

Segurando em cada mão

Conduzindo, edifiquei.

2

E como diz o ditado:

“A gente colhe o que planta”

A semente da bondade

Se multiplica em tantas...

Vem o reconhecimento

Servindo pra nós de alento

Valorização que encanta.

Homenageado em vida

Antes da grande partida

Que ninguém sabe o momento.

3

E aconteceu comigo

Um grande contentamento

Da cidade de São Paulo

Veio o reconhecimento

Do Educacional Instituto

Que tem no nome Bevenutto

Onde ex-alunos meus estão.

Resolvem então denominar

E numa escola colocar

Raimundo Sandro Cidrão

4

Lá no Jardim Damasceno

Na Freguesia do Ó

Na metrópole de São Paulo

Meus amigos, vejam só

Josy Maria e Francisco

Santanenses, lá benquistos

Juracildo e outros mais;

Enfrentaram tal jornada

Com uma data já marcada

Para esse evento de paz.

5

De brinde eu também ganhei

Passagens de avião

E pela GOL eu voei

Testando meu coração.

E eu fiquei maravilhado

Das alturas, vi ao lado

Sampa, Guarulhos... olhei.

O medo ficou de lado,

Pois antes do esperado

Em terra firme pisei.

 

6

No “hall” do Aeroporto

Que é o maior do país

Vi o ex-aluno Francisco

Fiquei então mais feliz.

Ao ver Josy e Juracildo

Chamei logo o Francinildo

Que comigo viajou;

Então pegamos as malas;

Saímos daquelas salas

Das esteiras, com calor.

7

Fomos ao apartamento

Onde iríamos nós ficar

Antes de entrar disse Josy:

Vamos um caldo tomar;

É o famoso “caldo verde”

Depois na cama ou na rede

Dormir, também descansar.

Para bem cedo sair

No carro que devia vir

Bem cedinho, nos buscar.

8

Dezessete de dezembro

De dois mil e vinte e um

Foi bela a inauguração

Num momento incomum;

Sexta-feira que encantava

Do céu até neblinava

Como numa saudação.

Cheguei e me encantei

A todos cumprimentei,

Com carinho e atenção.

9

A festa pela manhã

Tocou o meu coração

Quando vi naquela placa:

“CEI Professor Sandro Cidrão”

Todos uniformizados

Professores, convidados,

Alunos e funcionários.

Em todas as dependências

Móveis, jogos de Ciências,

Brinquedos, também berçários.

10

E dentre os convidados

Santanenses encontrei:

Níria, Cícero, Mariene

Com Cecília, me animei.

Logo então fui convidado

Na mesa de honra, sentado

Ao lado de autoridades;

Câmara e subprefeitura,

Secretários à altura;

Estava bem ladeado.

11

Dulcilene, a diretora

Silvia, com desenvoltura

Parceira Maria Cecília

Amores de criaturas;

Marlena Payan, Larissa;

Com Francisco a premissa

De alcançar mais e sempre.

A Doutora Josy falou

Em sua mensagem exaltou

O professor santanense.

12

Ao proferir meu discurso

Bem antes solicitei

Um minuto de silêncio

Então a Deus eu orei,

Pois na noite anterior

Deixando tristeza e dor

Uma funcionária faleceu:

Marli, exemplo de fé.

Para nos manter de pé,

Sua esperança venceu.

 

13

E assim Juliana Fábio

Segue o cerimonial

Me entregando o microfone

Para o discurso inaugural.

Paulo Freire, então citei

E logo me emocionei

Lembrando a situação;

Nesta grande pandemia

Que trouxe tanta agonia

Para a Cultura e Educação

14

Após lauto “coffee break”

Fomos então visitar

Os outros CEI’s existentes

E num deles almoçar.

“Asas da Vida” primoroso,

“Maura”, o “Benigna Cardoso”

E “o Anivaldo” também.

Willamara eu conheci,

E a Andréa, depois daí;

Gente agradável, do bem.

15

Fui também presenteado

Com um inesquecível “tour”

Museus, teatros, igrejas,

Ruas, praças, “expotur”.

Holambra com suas flores

Num festival de mil cores

Degustei o seu “menu”.

“Filé à parmegiana”

Numa apresentação bacana

E uma “petit gateau”.

16

Conheci o centro histórico

Também a Sé Catedral

Fui à Estação da Luz,

Ao teatro Municipal;

“Monteverdi em concerto”

O coral tocou meu peito

E o Minczuck magistral,

Com tenores e sopranos;

Não estava nos meus planos

Este evento cultural.

17

Lembrei show de Elis Regina

No Viaduto do Chá

Quando de lá avistei

“Selva de pedra” sem par

A Rua Santa Ifigênia

E o prédio de Dona Armênia

Me veio a inspiração;

De produzir estas rimas

Sentado em uma esquina

Na Ipiranga com a São João.

18

Mas foi na Pinacoteca

O momento magistral

Me deparei frente à frente

Com um “Tarsila do Amaral”.

A tela “Antropofagia”

Com toda a sua magia

Da arte, a revolução.

Debret e Di Cavalcanti

Rodin, da escultura, amante

Tocaram meu coração.

 

19

Às vésperas de retornar

Fomos então, conhecer

A Chácara do Francisco

Pra sua esposa eu rever

Seu nome “Preta” Maria

Uma flor de simpatia;

Solícita em agradar;

A sua casa mostrou

Também me presenteou

Com um mimo, vou lembrar.

20

Na manhã da sexta-feira

Já na véspera do Natal

Fomos ao aeroporto

Naquela área central.

Corre-corre contra o tempo;

Guichês, “check-in”, contratempos

Num vaivém infernal.

Com bagagens despachadas,

Seguimos para as entradas

Do nosso embarque, afinal.

21

Lá, triste, eu me despedi

Da amiga Josy Maria

E do compadre Juracildo

Que fez mais do que podia.

No salão de embarque entrei

E lá então encontrei

Silmara de mala na mão.

Mariene me abraçou,

Pois íamos no mesmo voo

Voltar ao nosso torrão.

22

Chegando ao Juazeiro

A Deus, logo agradeci

A viagem foi tranquila

De São Paulo ao Cariri.

Fernando e Cida lá estavam

Com o Moésio, esperavam;

Quanta consideração!...

Seguimos para Santana

Neste encontro bem bacana

Com fé e determinação.

23

Chegando a minha casa

Filhas e esposa abracei,

E fomos logo cantando

O bendito: “A nós descei...”

Após a Entronização,

Agora, a Renovação

Iríamos todos rezar;

Ao Coração de Jesus

Pedindo que a sua luz

Nos viesse abençoar.

 

 

Santana do Cariri-CE, 13 de janeiro de 2022.