Na noite do dia 23.11.2015, nas dependências da Câmara Municipal de Santana do Cariri, recebi com muita alegria, a COMENDA PE. CRISTIANO COELHO, numa propositura do Vereador FRANCISCO EDUARDO FREIRE DE OLIVEIRA, acolhida por unanimidade por seus pares. A referida comenda se constitui na maior honraria concedida por essa Augusta Casa aos santanenses que prestaram valiosos e singulares trabalhos em prol do município.
terça-feira, 24 de novembro de 2015
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
SONHO
Às
vezes em momentos de descontração fujo da realidade e viajo candidamente para o
universo dos meus sonhos. Nesse misto de utopia e realidade, vejo minha cidade
brilhar culturalmente transformada como num conto de fadas, artisticamente
mudada como num milagre, aquele que ocorre nas mãos dos artesãos, quando
transformam sua matéria prima em obras de arte.
Nesse sonho posso ver as pessoas tendo acesso a bens
culturais diversos.
Numa galeria há um espaço com uma “Pinacoteca
Santanense”, e a população visita exposições variadas, que contemplam artistas
da terra e dão lugar também a “Da Vinci”, “Van Gogh”, “Tarsila”, “Picasso” e
outros.
Os professores e estudantes participam de uma grande
bienal, uma Feira de Livros; historiadores, poetas e escritores regionais estão
em cada estande, ao lado dos já consagrados Paulo Coelho, Cecília, Rachel,
Drummond, Sheldon, etc.
Nos finais de semana as famílias vão ao Teatro Municipal
assistir peças que estão em cartaz ou shows e musicais; vão ao cine ver a
projeção do último filme lançado, ou a uma galeria apreciar artes visuais
diversas; vão aos museus, bibliotecas, casas de cultura.
Nesse sonho também vejo um Centro de Atendimento ao
Turista com muitas associações comunitárias de artistas e artesãos mostrando,
divulgando e comercializando seus produtos. Há oficinas de artes plásticas,
reciclagem, desenho,canto, dança...
Grandes espetáculos teatrais e musicais ao ar livre são
mostrados em pontos estratégicos da cidade, num show de talento, iluminação, cores
e efeitos especiais. Os expectadores silentes e educados assistem cada cena, e
ao final de cada uma, aplaudem e reverenciam seus artistas.
A cidade está limpa, organizada e bem cuidada nos mínimos
detalhes. Há hotéis, pousadas e albergues com infraestrutura, bom atendimento;
pessoas simpáticas e cordiais em todo entorno, conhecedoras de seus direitos e
conscientes dos seus deveres.
-Sandro! Sandro acorda!... Você está dormindo?
- Não, estava apenas sonhando acordado, mas enquanto este
sonho meu não vira realidade, eu vou tentando fazer a minha parte, cantando
os versos de Milton:
“Vendedor de sonhos
tenho a profissão viajante
de caixeiro que traz na bagagem
repertório de vida e canções
tenho a profissão viajante
de caixeiro que traz na bagagem
repertório de vida e canções
E de esperança
mais teimoso que uma criança
eu invado os quartos, as salas
as janelas e os corações.
mais teimoso que uma criança
eu invado os quartos, as salas
as janelas e os corações.
Frases eu invento
elas voam sem rumo no vento
procurando lugar e momento
onde alguém também queira cantá-las.
elas voam sem rumo no vento
procurando lugar e momento
onde alguém também queira cantá-las.
Vendo os meus sonhos
e em troca da fé ambulante
quero ter no final da viagem
um caminho de pedra feliz.
e em troca da fé ambulante
quero ter no final da viagem
um caminho de pedra feliz.
Tantos anos contando a história
de amor ao lugar que nasci
tantos anos cantando meu tempo
minha gente de fé me sorri
tantos anos de voz nas estradas
tantos sonhos que eu já vivi...”
de amor ao lugar que nasci
tantos anos cantando meu tempo
minha gente de fé me sorri
tantos anos de voz nas estradas
tantos sonhos que eu já vivi...”
Raimundo Sandro Cidrão
Arte-educador
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
DONA LAZOLITE FEITOSA
DONA LAZOLITE FEITOSA DE QUEIROZ, PROFESSORA QUE AO LADO DA PRIMEIRA EDUCADORA FORMADA DE SANTANA DO CARIRI ANA FEITOSA, DEIXOU REGISTRADO NAS PÁGINAS DA EDUCAÇÃO SANTANENSE, UM GRANDE LEGADO.
AGORA NA VIDA CELESTE, VÃO JUNTAR-SE ÀS DOUTORAS DA IGREJA, COM A FELICIDADE DO DEVER EDUCACIONAL CUMPRIDO.
MEUS SINCEROS VOTOS DE PESAR AOS FAMILIARES E O MEU AGRADECIMENTO PELOS ANOS DE AMIZADE E COLABORAÇÃO.
SAUDADES...
SANDRO CIDRÃO E FAMÍLIA
MEUS SINCEROS VOTOS DE PESAR AOS FAMILIARES E O MEU AGRADECIMENTO PELOS ANOS DE AMIZADE E COLABORAÇÃO.
SAUDADES...
SANDRO CIDRÃO E FAMÍLIA
terça-feira, 8 de setembro de 2015
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
terça-feira, 4 de agosto de 2015
HOMENAGEM PÓSTUMA
MARIA EURENICE COELHO (1935-2015)
Cidadã santanense que tem seu nome
fincado nos anais da nossa educação, Cultura e Religião, parte agora
deixando-nos nos uma saudade imensa e um vazio se precedentes, mas também uma
certeza confortadora, advinda dos valores diversos resultantes do bem que ela
semeou, em toda sua existência em nosso meio.
Na igreja,
organizou as cruzadinhas infantis e as coroações de Nossa Senhora; catequizou
uma legião de crianças e foi uma Filha de Maria exemplar, ministrando a
eucaristia por vocação, dedicação e amor. Uma vida de trabalho voluntário em
prol da Matriz de Senhora Sant’Ana.
Na história
cultural de Santana do Cariri foi a primeira poetisa a lançar um livro no
município, assim como é de sua autoria a instigante letra do Hino Oficial do
Município.
Na educação,
se destacou como professora, mestra de disciplina e diretora de todas as
escolas, num trabalho incansável de educação para a vida, baseado nos
princípios cristãos e em valores humanos, éticos e morais. Sua caligrafia já
mostrava sua dedicação com “uma letra de quem fez muitos exercícios nos antigos
cadernos de caligrafia.”
Como pessoa
humana teve uma vida em função do atendimento ao próximo com lealdade, amor,
sinceridade, meiguice, carisma, simpatia, paciência, compreensão e bons
conselhos. Na Farmácia Frei Damião cumpria seu papel como farmacêutica ao lado
da irmã Eudilce, prestando um serviço de assistência social inigualável a todos
os santanenses, a qualquer hora do dia ou da noite. Tanto é que se transformou
na eterna “madrinha” de toda a população. Uma presença constante em nossas
vidas.
E agora
várias perguntas parecem querer nos deixar sem respostas. Como ficará “Ditinha”
sem “Dãozinha”? Como ficarão os afilhados sem a “madrinha”? Como cada
santanense vai conviver sem uma das duas “meninas” da farmácia?
Como diria o
exímio Luís de Camões “a língua não alcança o que a alma sente”. Eu perdi a
comadre e a madrinha, mas o céu ganhou, com certeza, uma alma santa para seu
coro de castas. O tempo e o perfume das flores que ela plantou em nosso
caminho, será com certeza o lenitivo que aplacará nossa dor, eternizando sua
lembrança e seu sorriso, até que possamos um dia, com ela na eternidade, contemplar
o Divino.
RAIMUNDO SANDRO CIDRÃO
Santana
do Cariri, 02 de agosto de 2015.
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